Porque falsificamos nossa realidade?

Afinal, o que conseguimos com isso? Danificamos nossa própria intimidade e atravessamos toda uma existência com a angustiante sensação de sermos impostores ou farsantes! Hum… Além disso, vivemos aprisionados à angústia e ao medo de um dia descobrirem quem realmente somos.

Distinguimos alguma coisa fora de nós e a reprovamos como sendo perniciosa, perigosa, pervertida, imoral, e assim por diante, é provável que ela represente conteúdos existentes em nós mesmos, sem que os reconheçamos como possíveis características nossas. A ameaça é tratada como se fosse algo externo e não interno.

Nossos anseios de ser e de possuir alguma coisa são, no fundo, a compensação da falta de não termos quase nenhuma consciência do que somos e nem para que somos criados.

Para nos julgarmos, seria possível olhar num espelho, transportar-se para fora de si e se considerar como uma outra pessoa, e se perguntar: Que pensaria eu se visse alguém fazendo o que faço?

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